Animais mortos voltam a ser enterramos nas propriedades rurais de SC

Empresas que recolhiam as carcaças suspenderam o trabalho

17 de Maio de 2019
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    Animais mortos voltam a ser enterramos nas propriedades rurais de SC

  • O destino da carcaça dos animais está sendo assunto de debates em Santa Catarina. Nos últimos dias, as duas empresas responsáveis pelo recolhimento e destinação pararam de realizar o serviço por causa da falta de comercialização do subproduto. As empresas ainda aguardam uma autorização do Ministério da Agricultura para exportar o produto.

    Deste modo, as prefeituras voltaram a enterrar os animais mortos nas propriedades. O projeto piloto de recolhimento e destinação das carcaças surgiu em 2015 em Santa Catarina. A ideia surgiu do deputado estadual Mauro De Nadal, que apresentou o projeto aprovado pela Assembleia Legislativa.

    O deputado reafirma que as empresas estão aguardando um sinal positivo do governo federal. Assim como em outros municípios, em Pinhalzinho os animais mortos também passaram novamente a serem enterrados nas propriedades. O secretário de Agricultura Honorino Dallapossa lamentou a situação e assinalou que até agora o governo federal não deu atenção à esse assunto.

    Nesta semana, o deputado Moacir Sopelsa (MDB) protocolou uma moção apelando à Ministra da Agricultura e ao Coordenador do Fórum Parlamentar Catarinense, para que as atividades e procedimentos de destinação, transformação e reutilização dos animais mortos sejam normatizadas em âmbito federal.

    Enquanto as empresas não retomam o recolhimento, os produtores de Pinhalzinho devem ligar ao setor de obras da prefeitura quando da morte de um animal, como destaca o secretário Honorino.

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