
Pinhalzinho dará mais um passo na promoção do esporte inclusivo com a realização, pela primeira vez no município, do Festival Paralímpico 2026 – Loterias CAIXA. O evento está marcado para o dia 19 de setembro, a partir das 9h, no Centreventos, e pretende aproximar a comunidade das modalidades esportivas adaptadas.
A realização do festival ocorre em um momento de expansão das ações voltadas ao esporte paralímpico em Pinhalzinho. Em abril deste ano, o município implantou o Polo Paralímpico de Pinhalzinho, iniciativa que passou a ampliar as oportunidades de acesso à prática esportiva para pessoas com deficiência e contribuiu para a estruturação das atividades que serão apresentadas durante o evento.
Durante o festival, crianças, jovens e demais integrantes da comunidade poderão participar de atividades de Bocha Adaptada, Tênis de Mesa e Vôlei Adaptado. Além da prática esportiva, a proposta é proporcionar um espaço de convivência e integração, permitindo que os participantes conheçam diferentes modalidades paralímpicas.
Os preparativos também envolveram a visita da coordenadora geral Tatiane Garcia e do professor Douglas Lago, responsável pela coordenação do Centro de Referência Paralímpico. O encontro contribuiu para o alinhamento das ações e para a organização da programação que será desenvolvida em Pinhalzinho.
O Festival Paralímpico é promovido pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), em parceria com o Centro de Referência Paralímpico – Polo Pinhalzinho (CRP) e a Secretaria Municipal de Esporte e Cultura (SMEC). A iniciativa busca ampliar a participação de pessoas com deficiência no esporte e reforçar a importância da inclusão por meio da atividade esportiva.
Para o secretário municipal de Esporte e Cultura, Sidinei Schbarum, o Maizena, o festival representa a continuidade do trabalho desenvolvido no município.
“O Festival Paralímpico é mais um avanço importante para o esporte inclusivo em Pinhalzinho. Queremos aproximar a comunidade das modalidades adaptadas e mostrar que todos podem participar, praticar esporte e ocupar esses espaços. É um momento de inclusão, convivência e transformação”, destaca.










