
A deputada federal Caroline de Toni (PL) participou da abertura do Itaipu Rural Show, onde destacou a relevância do agronegócio para a economia brasileira e reforçou o protagonismo da Bancada do Agro no Congresso Nacional. Segundo a parlamentar, o setor produtivo é um dos pilares do desenvolvimento do país e precisa de representação firme em Brasília.
Durante sua manifestação, Carol afirmou que a Bancada do Agro é atualmente a mais forte da Câmara dos Deputados e salientou que atua como uma das representantes da região Sul na defesa dos produtores rurais. Ela enfatizou que o compromisso é garantir segurança jurídica, políticas públicas eficientes e valorização de quem produz no campo.
Além das pautas ligadas ao agronegócio, o cenário político também entrou em discussão. Pré-candidata ao Senado, a deputada comentou as especulações sobre uma possível saída do PL (Partido Liberal), diante da formação de chapas para a eleição de outubro. O partido projeta como pré-candidato Carlos Bolsonaro (PL), e há ainda a possibilidade de o senador Esperidião Amin (PP) integrar a mesma coligação.
Carol de Toni revelou que, após surgirem notícias sobre uma eventual falta de espaço na chapa, lideranças da sigla manifestaram apoio à sua permanência. Entre elas, o governador de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL), que, segundo a deputada, defende a construção de uma chapa pura ao Senado.
“A janela para troca de partido ainda não abriu. A minha intenção sempre foi permanecer no PL. E quando eu tive a notícia de que talvez eu não teria vaga, vários dirigentes, o governador Jorginho, me pediram para esperar. O governador Jorginho quer fazer chapa pura e quer que seja eu e o Carlos. Por isso, a minha intenção é continuar trabalhando, como eu estou aqui, ouvindo as demandas, fazendo o que eu quero na representação. O futuro vai ser definido ainda, não batemos o martelo, mas acredito que vou permanecer no PL, que vai ser Carol, Carlos e Jorginho”, declarou.
Uma reunião entre as lideranças está marcada para a próxima semana, quando o partido deve discutir oficialmente a composição da chapa ao Senado. Até lá, a deputada afirma que seguirá focada no mandato e na interlocução com o setor produtivo.







