Cleiton Schwendler, de 43 anos, morreu na última terça-feira (28), em Curitiba (PR), após enfrentar um raro tipo de câncer. Durante todo o tratamento, ele contou com o apoio da esposa, Juliana, que o acompanhou nos períodos de internação e permaneceu ao seu lado ao longo da luta contra a doença.
A despedida ocorreu no cemitério de Saudades, cidade onde Cleiton nasceu. Em homenagem à sua paixão pelo antigomobilismo, integrantes do grupo Antigos do Vale organizaram um cortejo com carros clássicos, marcando o último adeus a ele.
O filho, Lucas Schwendler, destacou o legado deixado pelo pai e as lembranças construídas ao longo dos anos. "Ele foi tudo para mim. Me incentivou a gostar de carros relíquias e eu levo comigo muitas lembranças e gratidão. Quero ser um pai como ele foi na minha vida", afirmou.
Ao recordar a convivência com o familiar, Lucas contou que os dois compartilhavam o mesmo amor pelo ronco dos motores, especialmente de dois Opalas.
"Éramos muito próximos. Compramos nosso primeiro Opala em 1991 e, depois, adquirimos outro automóvel do mesmo modelo. Íamos juntos aos encontros em diversas cidades", relembrou.
O integrante do Antigos do Vale, Nelson Mohr, relembrou a amizade construída ao longo dos anos, e o companheirismo demonstrado em cada encontro deixaram marcas entre os participantes. "O legado dele ficará para sempre com todos nós", disse.

