
Nesta semana, o Ministério do Trabalho e Emprego resgatou sete indígenas que viviam em condições análogas à escravidão, em uma fazenda produtora de mandioca no interior de Itapiranga. Nenhum deles possuía carteira assinada ou vínculo formal com a empresa, que também não realizava o pagamento de encargos.
Segundo a fiscalização, eles estavam alojados em barracos de lona e madeira, com piso de terra batida, sem portas ou janelas, e sem condições adequadas de higiene, segurança e conforto. Além disso, não havia fornecimento de água potável nem banheiro no local.
O responsável foi orientado a regularizar a situação dos contratos, rescindi-los e pagar os valores rescisórios, que ultrapassam R$ 56 mil.
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