
Os jogos virtuais fazem parte do cotidiano de muitas pessoas, eles servem como uma espécie de diversão e relaxamento. Quem nunca ficou em frente a tela de um computador ou videogame competindo uma partida de futebol, por exemplo.
O morador de Pinhalzinho, Samuel Lucas da Silva, conta que a paixão pelo ambiente virtual começou com 13 anos, quando ia até uma lan house da cidade para passar o tempo, junto com os amigos.
“Com o tempo, montamos um time, e se reunimos durante a semana para nos prepararmos para competições de partidas de Counter-Strike. É como se fosse um hobby, fizemos amizade”, explicou.
Na Inglaterra, um estudo da Universidade de Oxford examinou os efeitos dos mais diferentes tipos de jogos e o tempo gasto à frente das telas no comportamento social e no desempenho acadêmico de 1.200 alunos de 12 a 15 anos. A conclusão: não há ligação entre games violentos e agressões físicas na vida real.
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