
A entrada no mercado de trabalho é um passo importante para que os jovens possam fazer a transição entre a infância e o mundo adulto. Esse processo também faz parte da vida de pessoas com síndrome de Down.
As oportunidades em diferentes funções, eleva a autoestima desse público, ajundando-os a ganhar responsabilidades. Segundo pesquisas, o exercício de uma atividade, favorece o desenvolvimento de habilidades cognitivas, mecânicas e de adaptação a diferentes situações, inclusive no lado pessoal.
No município de Pinhalzinho, a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais, desenvolve há alguns anos um programa que favorece a inclusão de pessoas com deficiência.
Mais recentemente, dois alunos foram contratados pelo supermercado da Cooper Itaipu para atuar no empacotamento das mercadorias nos caixas. André Cunico de 23 anos, ganhou confiança com as sacolas e os carinhos de compras.
“É incrível, porque eles são esforçados, responsáveis e pontuais. Além dos consumidores, os profissionais os acolheram de uma forma calorosa, e hoje se preocupam, cuidam deles”, enfatiza a professora da Apae, Janete Eberhard.
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