
Nesta reportagem vamos entender uma profissão digamos que fora do comum. Desta vez iremos falar do agente funerário e suas funções que despertam e muito a curiosidade nas pessoas. No município de Pinhalzinho (SC), uma família inteira atua nesse ramo há mais de 15 anos.
Seu Sebastião, carinhosamente conhecido como Bastião da funerária começou na área quando era adolescente, e segue até hoje. Ao falar do trabalho se emocionou ao lembrar de um dos momentos mais difíceis da sua vida, que foi o preparo do funeral das netas e da sua mãe.
“São quase 45 anos de profissão já, é um ramo que choca bastante, passamos por situações complicadas, não é fácil, as vezes eu me lembro das minhas netinhas da minha mãe, sofremos com o pessoal também”, pontuou.
Seus dois filhos, e a irmã, juntamente com a esposa Clarice Silveira, eles não medem esforços para proporcionar um serviço de qualidade e com prestatividade. Dentro de suas atividades no dia a dia está vestir, maquiar e transportar corpos para onde for necessário.

Apesar de causar pavor em muita gente, para Clarice a morte trouxe conquistas e até o amor de Sebastião.
“Medo não dá, o que ocorre é um pouco de receio quando acontece com um familiar, e passamos por isso, tem que ter amor a profissão por que é um ofício que não tem hora”, disse.
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