
A jovem Eduarda Kluge relembrou a tentativa de feminicídio que sofreu na madrugada de 2 de janeiro de 2025, em Balneário Camboriú. Um ano após o crime, o agressor foi condenado a 32 anos de prisão em regime inicial fechado pelo Tribunal do Júri.
“Eu quase faleci”, afirmou Eduarda ao relembrar o ataque. As marcas, segundo ela, não são apenas físicas. “Ele destruiu muita coisa em minha vida, inclusive o meu psicológico. Mas sou grata por estar viva”, disse.
Ataque aconteceu após tentativa de término
O crime ocorreu dentro da casa do agressor, com quem a vítima mantinha um relacionamento havia cerca de dois meses. Ao comunicar que queria encerrar a relação, Eduarda foi impedida de sair do local.
Alerta para outras mulheres
Desde então, a jovem passou a compartilhar sua história como forma de conscientização. Ela alerta para sinais de relacionamentos abusivos, que muitas vezes aparecem de forma sutil no início.“A violência não é só física, ela também é psicológica”, destacou.
Eduarda afirma que o processo de recuperação ainda está em andamento, mas espera que seu relato ajude outras mulheres a reconhecer situações de risco e buscar ajuda.



