
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi oficializado neste domingo (2) como candidato à Presidência da República nas eleições de 2026. Caso seja eleito, Lula conquistará o quarto mandato à frente do Palácio do Planalto, após governar o país entre 2003 e 2010 e retornar ao cargo em 2023.
A confirmação ocorreu durante a convenção nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), realizada em Brasília, em um evento que reuniu milhares de militantes, lideranças políticas, parlamentares, ministros, governadores, prefeitos e representantes dos partidos aliados. O encontro marcou o lançamento oficial da candidatura à reeleição e reforçou o discurso de continuidade do atual governo.
A chapa será novamente composta por Lula e o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), repetindo a parceria que venceu as eleições de 2022. A manutenção da dupla é considerada estratégica pela coligação, que aposta na experiência política dos dois e na união de diferentes correntes para ampliar o apoio eleitoral.
Além do PT e do PSB, a coligação reúne legendas que integram a base do governo federal, entre elas PCdoB, PV, PSOL, Rede Sustentabilidade, Avante, Solidariedade e Agir. Os partidos homologaram apoio à candidatura durante suas convenções e reafirmaram o compromisso com a continuidade da atual gestão.
Em seu discurso, Lula destacou que pretende disputar um novo mandato para dar sequência aos projetos desenvolvidos desde o início do governo em 2023. O presidente defendeu a continuidade das políticas públicas voltadas ao crescimento econômico, geração de empregos, ampliação de programas sociais e investimentos em saúde, educação e infraestrutura.
A candidatura marca mais um capítulo da trajetória política de Lula. Aos 80 anos, o presidente busca a quarta eleição para o cargo, após as vitórias de 2002, 2006 e 2022, com o objetivo de permanecer à frente do governo federal por mais quatro anos.











