
O Ministério Público e o Poder Judiciário participaram nesta semana no Cartório Eleitoral da cidade de Pinhalzinho (SC), do processo de carga e lacre das urnas eletrônicas que serão utilizadas nas eleições deste ano.
Segundo informações, primeiramente, os técnicos contratados pela Justiça, supervisionados pelos servidores, inserem na urna, por meio de um cartão de memória, os dados referentes ao nome do candidato, cargo que disputa e número de identificação.
Em seguida é realizado o teste para verificar se os seus dispositivos estão em pleno funcionamento, tais como: visor, teclado, impressora, leitor biométrico e avisos sonoros. Feito isso, todos os compartimentos são lacrados e o equipamento é guardado e devidamente identificado.
Promotor, Bruno Poerscke Vieira (Foto: Henrique Paulo Koch)“Ficamos acompanhando todo o processo, a conferência do funcionamento do equipamento, se o cadastro dos candidatos está regular perante a urna, para assegurar a lisura do processo eleitoral”, explicou o promotor, Bruno Poerscke Vieira.
Juiz eleitoral, Caio Taborda (Foto: Henrique Paulo Koch)O juiz Caio Taborda, também esteve atuando nas auditorias, que tem grande relevância, pois se insere no contexto do combate à desinformação, na medida em que funciona como uma das muitas demonstrações de transparência e confiabilidade do processo de votação eletrônica no Brasil.
As urnas são fabricadas na Venezuela?
Urna eletrônica que será utilizada nas eleições (Foto: Henrique Paulo Koch)“De fato tem circulado esse boato, principalmente nas eleições passadas, no entanto, não, antigamente a fabricante era uma empresa americana, mas sempre com tecnologia brasileira do próprio Tribunal Superior Eleitoral, e atualmente são produzidas pela Positivo em fábricas na Bahia e em Manaus”, confirmou o magistrado.
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