
A investigação sobre o desaparecimento de um homem de origem venezuelana teve um novo desdobramento no Oeste de Santa Catarina. Após cerca de 20 dias de buscas e apurações, a Polícia Civil localizou, na segunda-feira (10), um cadáver que pode ser de Francisco José Rangel Martinez, de 44 anos, desaparecido desde 19 de julho de 2026.
A localização ocorreu durante uma operação conduzida pela Delegacia de Homicídios de Chapecó. O corpo foi encontrado em uma área situada a aproximadamente três quilômetros do trevo entre os municípios de Maravilha e Cunha Porã.
De acordo com a Polícia Civil, o cadáver apresentava sinais de violência e estava com uma mordaça. As características encontradas no local levantaram a suspeita de que se trate do homem que vinha sendo procurado, mas a identificação ainda não foi confirmada oficialmente.
A confirmação da identidade dependerá dos exames realizados pela perícia oficial. Por isso, neste momento, a Polícia Civil trata a identificação como uma possibilidade, e não como uma confirmação definitiva.
Além da localização do cadáver, as diligências realizadas durante a tarde e a noite de segunda-feira resultaram na prisão temporária de três pessoas. Segundo os investigadores, os suspeitos podem ter envolvimento no sequestro, na privação da liberdade e na morte da vítima.

As prisões foram determinadas por meio de mandados cautelares expedidos após representação apresentada pelo delegado responsável pela investigação. A medida faz parte do avanço das apurações para esclarecer a dinâmica dos fatos e o possível envolvimento de cada suspeito.
A Polícia Civil informou que as investigações continuam para esclarecer todas as circunstâncias relacionadas ao desaparecimento e à possível morte, além de apurar a responsabilidade dos envolvidos que já foram identificados.
Como o trabalho policial ainda está em andamento, a corporação decidiu preservar outras informações neste momento. A previsão é que novos detalhes sejam divulgados quando houver segurança de que a divulgação não prejudicará as diligências.
A Polícia Civil reforça que a confirmação sobre a identidade do cadáver e demais circunstâncias do caso dependerá da conclusão dos procedimentos periciais e do avanço da investigação.



