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Monóxido de Carbono é uma ameaça invisível 

Médico do Samu de SC faz alertas após mortes em Balneário Camboriú pela inalação do gás

Felipe Eduardo Zamboni
Por Felipe Eduardo Zamboni
04/01/2024, 13:38
Atualizado há 3 meses
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A queima de combustíveis dos automóveis é uma das principais fontes de emissão de monóxido de carbono (Foto: Roberto Guedes)A queima de combustíveis dos automóveis é uma das principais fontes de emissão de monóxido de carbono (Foto: Roberto Guedes)

A morte de quatro jovens no primeiro dia do ano em Balneário Camboriú pela inalação de Monóxido de Carbono ligou um alerta sobre os riscos que o gás pode causar. Além dos veículos, o mesmo está também em grelhas de churrasco, de aquecedores a gás ou querosene, em fogueiras e em qualquer outras fontes de combustão. 

Quando exposto ao monóxido de carbono, o corpo humano começa manifestar alguns sintomas leves, porém se a pessoa seguir inalando o gás a possibilidade de ser fatal aumenta. 

O médico cirurgião geral e Gerente Técnico da Superintendência de Urgência e Emergência (SUE) da Secretaria de Estado de Saúde, Alfredo Schmid-Hebbel Busch, dá dicas e alerta sobre essa ameaça invisível

“A intoxicação é extremamente grave, primeiramente por não ter cheiro, então a pessoa não percebe que está inalando e segundo porque o monóxido de carbono se liga à hemoglobina, que é a responsável pelo transporte de oxigênio na corrente sanguínea. Se perceber que inalou o gás, o ideal é sair do ambiente e ir para um local ao céu aberto e ar fresco”, alerta o médico.

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