
O rendimento nominal mensal domiciliar per capita no Brasil alcançou R$ 2.316 em 2025, conforme dados divulgados nesta sexta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado representa crescimento em relação a 2024, quando a renda média dos brasileiros ficou em R$2.069.
O avanço também é expressivo na comparação com anos anteriores. Em 2023, o valor registrado foi de R$1.893, enquanto em 2022 a renda domiciliar per capita era de R$1.625, evidenciando trajetória de recuperação nos últimos quatro anos.
Os números fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), levantamento realizado desde 2012 pelo IBGE para monitorar as flutuações trimestrais e a evolução da força de trabalho, além de outros indicadores essenciais ao estudo do desenvolvimento socioeconômico do país.
Entre as unidades da federação, a renda domiciliar per capita variou de R$1.219, no Maranhão, a R$4.538, no Distrito Federal, maior valor do país. A diferença entre o menor e o maior rendimento supera R$3 mil.
Além do Distrito Federal, nove estados registraram rendimento acima da média nacional de R$2.316.

O rendimento domiciliar per capita é calculado a partir da razão entre o total dos rendimentos domiciliares nominais e o total de moradores. No cálculo, são considerados os rendimentos de trabalho e de outras fontes, incluindo pensionistas, empregados domésticos e parentes de empregados domésticos residentes no domicílio.
Os valores têm como base os rendimentos brutos efetivamente recebidos no mês de referência da pesquisa. Para consolidar o resultado anual, são acumuladas as informações das primeiras visitas da PNAD Contínua aos domicílios realizadas ao longo do 1º, 2º, 3º e 4º trimestres de 2025.
Realizada de forma amostral e contínua desde janeiro de 2012, a PNAD Contínua é hoje uma das principais pesquisas domiciliares do país, utilizada como referência para políticas públicas, planejamento econômico e definição de repasses constitucionais.










