
Uma convenção conjunta do União Brasil e do Progressistas (PP) oficializou nesta terça-feira (19) a criação da federação partidária entre as duas legendas. O novo grupo, batizado de União Progressista (UPb), passa a ser a maior força política do país, com destaque para a liderança em número de deputados federais, senadores, prefeitos, governadores e recursos públicos destinados às siglas.
Antes do evento, dirigentes dos partidos realizaram reuniões separadas para aprovar o estatuto que guiará o funcionamento da federação. O documento era uma das etapas necessárias para a formalização junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), onde a aliança deve ser registrada oficialmente nos próximos dias.
Números da União Progressista
Estratégia política
Os dirigentes do PP e do União Brasil afirmam que a federação terá postura crítica ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Tanto Ciro Nogueira (PP) quanto Antonio de Rueda (União Brasil) defendem a construção de uma candidatura de centro-direita para a disputa presidencial de 2026.
Dentro do União, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, já é tratado como pré-candidato. Mas parte da liderança, incluindo Nogueira, defende que o projeto se articule em torno do nome do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas.
Segundo as siglas, a União Progressista traz como bandeiras principais o fortalecimento do agronegócio, o incentivo à tecnologia e inovação e a criação de condições para o desenvolvimento equilibrado de todas as regiões do país.
Participação catarinense
O Progressistas de Santa Catarina esteve representado na convenção nacional que marcou a formalização da federação. Participaram o presidente estadual Leodegar Tiscoski, o secretário-geral Aldo da Rosa, o tesoureiro Amaro Lucio da Silva, o senador Esperidião Amin, além dos deputados estaduais Altair Silva, Pepe Collaço e Zé Milton Scheffer, do deputado federal Coronel Armando, prefeitos e lideranças regionais.
Na Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc), a bancada da União Progressista contará com Altair Silva, Zé Milton Scheffer e Pepe Collaço (Progressistas), além de Jair Miotto, Marcos da Rosa e Sérgio Guimarães (União Brasil).
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