
A greve dos funcionários da Celesc entrou na segunda semana nesta segunda-feira (29), em Santa Catarina, sem previsão de encerramento. Os eletricitários estão paralisados desde 22 de setembro, após assembleias realizadas no dia 17 aprovarem a paralisação.
A categoria rejeitou, por maioria, a proposta apresentada pela empresa na semana passada. A principal crítica é de que a proposta não garante a reposição integral da inflação nos direitos previstos no Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) 2025/2026.
Entre as principais reivindicações dos grevistas estão:
Reajuste salarial com ganho real;
Retomada de benefícios retirados em acordos anteriores;
Garantia de direitos igualitários a todos os funcionários;
Reajuste dos auxílios e vantagens conforme a inflação.
Segundo o sindicato da categoria, a proposta da empresa é considerada “rebaixada” e não atende às demandas mínimas dos trabalhadores.
O que propõe a companhia
Em nota, a Celesc afirma que apresentou uma proposta com “avanços significativos” nos benefícios e pediu que os funcionários encerrem a greve para a retomada das negociações. A proposta inclui:
Reajuste salarial conforme o índice da inflação;
Atualização dos auxílios seguindo o mesmo índice;
Ampliação do valor do vale-alimentação;
Concessão de um vale-extra no início de 2026;
Manutenção dos benefícios já existentes;
Estabilidade no quadro de pessoal;
Programas de bem-estar e saúde para os empregados.
Impactos para os consumidores
Com a greve, o atendimento presencial está afetado em diversos municípios catarinenses. No entanto, o órgão garante que os serviços de urgência e emergência seguem funcionando normalmente e não há previsão de cortes de energia durante a paralisação. A empresa reforça que os canais digitais permanecem disponíveis para os consumidores: site, aplicativo, WhatsApp e o telefone 0800 048 0196.
Seja o primeiro a comentar.
O que os leitores estão lendo
1
2
3
4
5Escolhidas pelas curtidas dos leitores
1
2
3
4
5