
Nesta segunda-feira, dia 10, o governador Jorginho Mello apresentou em coletiva de imprensa o balanço dos 100 dias a frente do executivo estadual, mostrando os projetos e iniciativas criadas desde que assumiu o cargo.
No ato foi lançado o programa Santa Catarina Levada a Sério, que permitirá a retomada de convênios e repasses para as prefeituras. Durante a oportunidade, foram anunciadas cinco ações para garantir mais segurança nas escolas. Dentre elas ter um vigia armado nas 1.053 unidades de ensino.
Para fazer uma avaliação da gestão, entrevistamos o deputado Fabiano da Luz, do PT. Ele comentou sobre o trabalho feito até o momento no estado, pontuando que nenhuma obra foi autorizada em rodovias.
“A avaliação que fizemos é que o governo está começando muito devagar é até normal o primeiro mês de governo segurar um pouquinho a máquina, estruturar a casa, fazer as trocas dos cargos, colocar as pessoas de confiança, avaliar a situação financeira do estado e a partir do segundo mês você já começar a andar e dar algumas respostas para a sociedade, ocorre que nós estamos entrando no quarto mês de governo e até hoje não se autorizou o início de nenhuma obra de rodovia estadual nem as manutenções, as podas, os tapa buracos e sinalização nada disso foi autorizado até o momento, então o governo está segurando para fazer caixa e está deixando deteriorar demais as estradas e escolas o que é obrigação do estado fazer”, disse.
O parlamentar Jessé Lopes enfatizou que mesmo com os cortes em alguns setores públicos, não foram deixados de priorizar áreas importantes para a comunidade.
“Acredito que para 100 dias de governo pegando um cofre público bem delimitado com relação ao que foi o governo Moisés principalmente no seu ano eleitoral onde distribuiu Pix e plano mil e muito dinheiro para as prefeituras fez com que agora o primeiro momento o governador tenha a responsabilidade de colocar a casa em dia, mas mesmo assim fazendo os cortes e as contenções não deixa de priorizar aquilo que precisa ser priorizado, essa resposta rápida com relação aos guardas, policiais armados dentro das escolas, um investimento que não era previsto, mas vai ser feito devido à urgência do que se precisa ser feito com relação à segurança nas escolas e assim o governo tem tratado com responsabilidade o dinheiro público fazendo investimentos pontuais”, comentou.
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