
A disputa pelas duas vagas de Santa Catarina no Senado Federal em 2026 começa a ganhar contornos mais definidos. A terceira etapa da pesquisa sobre o cenário eleitoral no estado, realizada pelo Instituto Mapa, mostra uma corrida apertada entre os principais nomes cotados para a eleição.
No cenário estimulado de primeiro voto, quando os entrevistados recebem uma lista de possíveis candidatos, o mais citado foi Carlos Bolsonaro (PL), com 29,7% das intenções de voto. Logo atrás aparece Caroline de Toni (PL), com 22,6%. Em terceiro lugar surge Esperidião Amin (PP), com 21%, seguido por Décio Lima (PT), que soma 11,5%. Brancos e nulos representam 6,9%, enquanto 8,3% dos entrevistados disseram não saber ou preferiram não responder.
Como a eleição para o Senado permite dois votos por eleitor, o levantamento também avaliou a preferência para a segunda escolha. Neste cenário, Esperidião Amin aparece na liderança com 22,8%. Na sequência estão Caroline de Toni, com 21,3%, Carlos Bolsonaro, com 17%, e Décio Lima, com 7,7%. Entre os entrevistados, 17,3% afirmaram votar em branco, nulo ou não votar, e 13,8% disseram não saber em quem escolher para o segundo voto.

A pesquisa também revelou o nível de rejeição dos candidatos. O petista Décio Lima apresenta o maior índice, com 39,4% dos entrevistados afirmando que não votariam nele. Em seguida aparece Carlos Bolsonaro, com 21,1%. Esperidião Amin tem 7,4% de rejeição e Caroline de Toni registra 6,9%. Outros 26,5% disseram não rejeitar nenhum dos nomes apresentados, enquanto 9% não souberam opinar.

O levantamento tem margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%. A pesquisa utilizou entrevistas telefônicas ao vivo, seguindo um modelo de amostragem representativo da população catarinense.
Ao todo, foram realizadas 1.008 entrevistas em 53 municípios de Santa Catarina. A amostra considerou sete regiões intermediárias e 24 regiões imediatas do estado, respeitando o peso populacional e com controle de cotas por gênero, faixa etária, escolaridade e renda familiar. O estudo está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-02336/2026 e no Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina sob o número SC-06075/2026.









