
A falta da sucessão familiar, os filhos se mudam para as cidades e optam por atividades urbanas, enquanto os pais permanecem até encerrar o trabalho no campo. A escassez de investimentos e o não acompanhamento das novas tecnologias, fazem os agricultores diminuírem a produção e isso está ligado diretamente ao abandono da atividade leiteira.
Na década de 1990 – de acordo com dados da Secretaria da Agricultura – existiam em território catarinense 75 mil produtores de leite. Em 2022, são apenas 24 mil.
No município de Pinhalzinho, conforme o extensionista rural da Epagri, Ivandro Motter, houve uma redução de 10% no número de animais para ordenha o que ocasiona uma diminuição da quantidade do alimento que chega as cooperativas.
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