
O Conselho de Desenvolvimento Rural se reuniu na tarde desta quinta (1°) para discutir e prestar esclarecimentos sobre a Influenza Aviária no Brasil. Em maio, casos da doença foram confirmados nos estados do Espírito Santo, Rio de Janeiro e no Rio Grande do Sul. A presença do vírus foi confirmada em aves migratórias de voos livres, que habitam a região costeira marítima.
O secretário de Agricultura de Pinhalzinho, Honorino Dalapossa, afirma que é necessário ficar em alerta, aumentando os cuidados para manter o vírus distante.
“Fizemos um encontro de esclarecimentos de quais os cuidados que devemos ter. O objetivo não é trazer pânico a ninguém, e sim fazer esclarecimentos para manter o vírus mais distante. As nossas aves por serem frágeis, por não terem resistência e vacina, elas adquirirem o vírus de uma forma fácil. Se isso começar a se tornar uma doença em aves confinados, não temos a condição de medir, quela seria os prejuízos”, aponta o secretário.
Orientação
Os principais sintomas que identificam a doença no plantel é a rápida mortalidade de aves na criação e em curto espaço de tempo. As aves apresentam ainda falta de coordenação motora, andar cambaleante, pendem a cabeça para o lado e tem inchaço na região dos olhos, da cabeça e pescoço e nas juntas das pernas. Também tem inchaço da crista e barbela apresentando coloração roxa-azulada ou vermelho-escuro e sinais de apatia. Ao identificar alguns desses sinais, o produtor deve comunicar a Secretaria de Agricultura do município.
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