Newcastle em SC: deputado pede auxílio a avicultores do Oeste
Mário Motta (PSD) apresentou indicação ao Governo do Estado e citou modelo gaúcho
Resumo
- Mário Motta (PSD) pediu na Alesc auxílio financeiro temporário do Governo de SC aos avicultores afetados pela doença de Newcastle.
- O deputado citou o Rio Grande do Sul, que, segundo ele, instituiu auxílio temporário aos produtores, e defendeu medida semelhante em SC.
- O quarto foco foi confirmado em 3 de novembro em granja de perus de Nova Erechim (SC); os outros são em Nova Itaberaba (SC) e Coronel Freitas (SC).
- No novo foco haverá despovoamento, limpeza, desinfecção e vazio sanitário; a Cidasc já inspecionou mais de 2,7 mil propriedades na área de vigilância.
- A Cidasc recomenda biosseguridade e orienta que casos suspeitos sejam notificados ao escritório local mais próximo ou pelo e-Sisbravet.
Deputado Mário Motta se manifestou sobre o caso no plenário da Alesc (Foto por Rodrigo Corrêa)
O deputado estadual Mário Motta (PSD) defendeu, nesta quinta-feira, 5 de novembro, que o Governo de Santa Catarina adote um auxílio financeiro temporário para os avicultores afetados pela doença de Newcastle. O pedido foi feito em pronunciamento na sessão da manhã da Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc), segundo a Agência Alesc.
O parlamentar também apresentou uma indicação ao Governo do Estado para que sejam adotadas medidas de assistência econômica temporária aos produtores.
Focos concentrados no Oeste
O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) confirmou em 3 de novembro o quarto foco da doença no estado, em um estabelecimento de produção de perus em Nova Erechim (SC). Os registros estão concentrados em Nova Itaberaba (SC), Coronel Freitas (SC) e Nova Erechim.
De acordo com a Cidasc (Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina), as três propriedades onde a doença foi detectada entre 18 e 26 de outubro estão em vazio sanitário. No novo foco, serão seguidos os mesmos procedimentos: despovoamento, limpeza e desinfecção, seguidos de vazio sanitário.

A informou que as equipes já inspecionaram as mais de 2,7 mil propriedades mapeadas na área de vigilância, num raio de 10 quilômetros dos focos. As barreiras e as ações de vigilância continuam na região.
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