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Nada de cachorro ou gato, família de Pinhalzinho tem galo de estimação

'Pipito' como é chamado tornou-se um despertador de graça

Henrique Paulo Koch
Por Henrique Paulo Koch
19/01/2024, 14:32
Atualizado há 3 meses
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Pipito convive com tranquilidade  (Foto: Henrique Paulo Koch)Pipito convive com tranquilidade (Foto: Henrique Paulo Koch)

Há cerca de cinco anos, um casal no município de Pinhalzinho, decidiu que ao invés de cães ou gatos, seu bicho de estimação seria um galo. Dando a atenção ao novo pet como cuidaria de outros mais típicos, eles narram que o "Galinho Pipito", conquistou os corações e não é trocado por nada.

Ao chegar à casa da família, quem é visto logo de cara pelas grades do portão é o Pipito, como é chamado por Justina Bigolin de Ré. Sem nem tentar sair do espaço, ele continua ciscando pela lateral do quintal.

Morando no centro da cidade com o marido Pedro, a dona brinca que a vizinhança ganhou um despertador de graça e, até agora, ninguém reclamou.

“Como uma das portas da casa fica aberta durante o dia, ele entra lá, fica no sofá quando quer, depois sai e fica aqui fora de novo, mas é bem tranquilo”, conta.

No início de toda a história, quando o primeiro bicho foi adotado, a ideia não era transformar o galo em alguém próximo, mas foi isso o que aconteceu. Tendo sido criada no interior, Justina comenta que os animais sempre estiveram por perto de uma forma ou de outra. No cotidiano, a ave costuma receber apenas milho e algumas folhas. 

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