
Santa Catarina segue acumulando resultados positivos na área da Segurança Pública. Abril de 2025 terminou com o menor número de homicídios já registrado na série histórica: foram 29 casos, uma queda de 31% em comparação com 2008, ano do início do monitoramento, quando ocorreram 42 homicídios. O ano com maior número de registros foi 2018, com 77 mortes violentas.
Os dados fazem parte do relatório divulgado pela Diretoria de Inteligência Estratégica, com apoio da Gerência de Estatística e Análise Criminal, ambos órgãos da Secretaria de Estado da Segurança Pública de Santa Catarina (SSP-SC).
Para o governador Jorginho Mello, os números são fruto de um esforço conjunto das forças de segurança e de investimentos significativos por parte do Estado.
“Aqui em Santa Catarina, criminoso não tem vez. E os resultados que estamos colhendo são fruto de um trabalho integrado das nossas forças de segurança e do investimento pesado do Estado em inteligência, em novos equipamentos, em viaturas e tecnologia. Tudo isso se reverte em mais proteção para nossa gente e valoriza a nossa polícia, que já é, sem nenhuma dúvida, a melhor do Brasil”, afirmou o governador.
O bom resultado de abril reforça uma tendência observada no primeiro trimestre de 2025. De janeiro a março, o Estado já havia registrado quedas relevantes nos principais indicadores criminais, com redução de 17,9% nos homicídios, 50% a menos nos feminicídios e impressionantes 62,5% de queda nos casos de lesão corporal seguida de morte, em relação ao mesmo período de 2024.
Outros crimes também apresentaram recuo no primeiro trimestre: roubos caíram 12,26%, furtos tiveram queda de 4,74% e crimes contra instituições financeiras diminuíram quase 59%, com apenas sete ocorrências registradas no período.
O secretário de Estado da Segurança Pública, coronel Flávio Graff, destacou a importância do trabalho integrado e do uso estratégico da inteligência para alcançar esses resultados.
“Esses resultados refletem o trabalho diário, integrado e comprometido das nossas Forças de Segurança, aliado ao uso estratégico da inteligência e da tecnologia. Proteger vidas é nossa missão mais nobre, e cada homicídio a menos representa um avanço que devemos comemorar e manter”, ressaltou Graff.