Nutricionista destaca o papel fundamental do acompanhamento nutricional infantil
Profissional esclarece a importância do cuidado na iniciação alimentar para o desenvolvimento saudável das crianças

A alimentação infantil é um dos pilares mais importantes para o desenvolvimento saudável das crianças. Nos primeiros anos de vida, uma nutrição adequada pode impactar diretamente o crescimento físico, mental e emocional, além de prevenir doenças futuras.
Para garantir que as crianças recebam todos os nutrientes essenciais, o acompanhamento de um profissional especializado, como uma nutricionista, é fundamental. De acordo com a nutricionista Pamella Galvão, especialista em nutrição infantil, a iniciação alimentar – o período em que os bebês começam a experimentar alimentos sólidos – deve ser realizada com cuidado, atenção e conhecimento técnico.
“É importante iniciar a infância consumindo diversos alimentos de todos os grupos alimentares, carboidratos, proteínas, gorduras boas, vitaminas e minerais. Esses nutrientes estão dentro dos alimentos e as crianças precisam ter esse contato logo cedo, se não vai se tornar cada vez mais difícil para que ela queira consumir esses alimentos”, enfatiza ela.
Além disso, a nutricionista enfatiza que o acompanhamento contínuo de um profissional capacitado ajuda na orientação de escolhas alimentares ao longo da infância, prevenindo problemas como a obesidade infantil e outras doenças relacionadas à alimentação inadequada.
“É uma fase que os pais estão no desconhecido, ficam na dúvida do que pode ou não pode, então é um acompanhamento para que os pais fiquem mais tranquilos, para que eles saibam o que oferecer, para que eles se sintam seguros nesse momento. A introdução dos alimentos não é só para aquele momento, mas é para todas as outras fases. Então, muitas crianças apresentam seletividade alimentar, que é aquela criança que não quer comer isso, não quer comer aquilo, tem diferentes tipos de seletividade, tem algumas que estão ligadas a outros problemas, porque lá na introdução alimentar não foi feita de maneira adequada e alguns anos depois a criança não quer comer aqueles alimentos”, finaliza Pamella.